Escola Presidente Vargas organiza VII Semana da Inclusão para garantir educação anticapacitista
A “VII Semana de Inclusão - Histórias de Protagonismo e Autonomia” vai ser realizado pela Escola Presidente Vargas nos dias 22, 24 e 25 de Setembro para construir uma comunidade escolar mais acolhedora e inclusiva
Para construir uma escola acolhedora e inclusiva que respeite todas as particularidades do aluno, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Presidente Vargas, localizada no bairro Siqueira Campos, realiza a “VII Semana de Inclusão - Histórias de Protagonismo e Autonomia”. A ação será realizada em parceria com a Secretaria Municipal da Educação (Semed), por meio da Coordenadoria de Educação Especial (Coesp), nos dias 22, 24 e 25 de setembro, nos turnos da manhã e tarde.
A iniciativa é destinada à comunidade escolar, abrangendo as crianças do Ensino Fundamental, anos iniciais e finais, e familiares dos alunos do Atendimento Educacional Especializado (AEE). O objetivo é celebrar a diversidade humana com oficinas e palestras que promovam o letramento anticapacitista e combatam o preconceito contra pessoas com deficiência.
Esse evento é uma oportunidade para transformar a inclusão em experiência, diálogo e atitude. Para a coordenadora da Educação Especial, Rosahyarah Alves, a Semana de Inclusão cria espaços para que os estudantes conheçam, compreendam e respeitem as diferenças, construindo uma cultura de convivência baseada na empatia e na valorização de cada indivíduo.
“A Semana de Inclusão fortalece não apenas os estudantes da Educação Especial, mas toda a comunidade escolar. Esse tipo de evento nos ajuda a compreender que inclusão não significa apenas garantir acesso desse público, mas assegurar participação, pertencimento, respeito e oportunidades para todos. Construímos uma escola verdadeiramente inclusiva quando deixamos de olhar para a deficiência como limite e passamos a enxergar a pessoa, as potencialidades e o direito de ocupar todos os espaços”, reforça a coordenadora.
A programação conta com apresentações da Companhia de Dança Loucurarte, que traz a arte inclusiva por meio da dança artística e da dança em cadeira de rodas, a paradança, e demais manifestações artísticas. Além de palestras sobre letramento anticapacitista e oficinas criativas e artísticas em parceria com demais coordenadorias da Semed para os alunos da unidade.
Além disso, o evento reservou um momento especial para a família dos alunos públicos do AEE com a oficina “Entre fios e afetos: o fazer manual da experiência inclusiva”. A finalidade da prática é trazer uma experiência com tricô de dedo para promover presença, concentração e conexão com o presente.