SES/Sergipe reúne gestores da rede de urgência para expor sobre regulação
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), através da Coordenadoria da Rede Hospitalar e de Atenção às Urgências, reuniu no auditório do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), na manhã desta terça-feira, 16, gestores dos hospitais regionais , das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Huse e Maternidade Nossa Senhoria Menina para esclarecê-los sobre a regulação de pacientes para o Hospital Cirurgia e reforçar toda a articulação da Rede Hospitalar.
SES/Sergipe reúne gestores da rede de urgência para expor sobre regulação (Foto: SES/SE)
De acordo com as informações da coordenadora da Rede Hospitalar e de Atenção às Urgências, Jurema Viana, a pauta foi conduzida pelo coordenador do Complexo Regulatório Estadual de Saúde, Clóvis França, que apresentou o fluxo de acionamento das centrais de regulação urgência e de leitos, bem como a estrutura do complexo regulatório e suas centrais.
Segundo ela, também foi discutido temas relativos às necessidades de articulação da rede entre as unidades hospitalares. Participaram da reunião superintendentes e diretores técnicos das unidades.
Cirurgia
Em recente entrevista a esta Ascom, o coordenador Clóvis França informou que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) estava concluindo a organização do fluxo de acesso de pacientes portadores de síndromes coronárias agudas ao Hospital Cirurgia, unidade de referência para o tratamento desse tipo de doença isquêmica, que tem como principal representante o infarto agudo do miocárdio (IAM). A regulação pelo Sigau atende ao acordo firmado na Justiça federal que transferiu para a SES a gestão do contrato do Hospital Cirurgia para assistência aos pacientes do SUS.
“Foi criado um protocolo clínico, que foi amplamente discutido com a presença de vários atores, a exemplo do pessoal do Complexo de Regulação do Estado e do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), do representante da unidade vascular avançada do Hospital Cirurgia e alguns cardiologistas. Então a ideia é que esse fluxo seja qualificado e mais otimizado para que se use o recurso naqueles casos de maior necessidade para os pacientes que estão no sistema estadual de saúde pública. A regulação dar-se-á através da Central de Regulação de Urgência 192, toda vez que houver necessidade de pacientes terem cesso aquela unidade vascular”, explicou o coordenador Clóvis França.