Huse cumpre Meta Internacional nº 1 de Segurança do Paciente
O protocolo de identificação do paciente é a primeira das seis metas internacionais de Segurança do Paciente, definida pela Organização Mundial da Saúde (PNSP) e inclusas também no Programa Nacional de Segurança do Paciente. Pensando nisso, o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) conseguiu implementar integralmente o protocolo de identificação de todos os pacientes (internados ou atendidos na emergência).
Huse cumpre Meta Internacional nº 1 de Segurança do Paciente (Foto: SES/SE)
Erros de identificação do paciente podem ocorrer, desde a admissão até a alta do serviço, em todas as fases do diagnóstico e do tratamento. Alguns fatores podem potencializar os riscos na identificação do paciente como: estado de consciência, mudanças de leito, setor ou profissional dentro da instituição e outras circunstâncias no ambiente. O superintendente do Huse, Luís Eduardo Correia, explica que essa era uma reivindicação antiga no hospital e que agora está sendo concretizada.
“Essa era uma solicitação antiga dos profissionais e gestores para segurança do paciente, melhor controle dele no pronto socorro. A Secretaria de Saúde com muito esforço, através do secretário conseguiu colocar em funcionamento, primeiro no Huse, mas, vale para toda a rede, nós vamos identificar todos os pacientes que adentrarem os prontos socorros dos hospitais regionais e também do Huse, MNSL e SAMU”, explicou o superintendente.
As pulseiras de identificação dos pacientes serão colocadas na entrada do Pronto Socorro, como também, para os pacientes internados nas enfermarias, isso garantirá maior segurança as equipes durante a administração de medicamentos e melhorando a eficacia do atendimento aos pacientes, como explica a fisioterapeuta do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) do Huse, Genny Guarabyra.
“Após 31 anos de existência do HUSE, estamos conseguindo implementar integralmente o protocolo de identificação de todos os pacientes (internados ou atendidos na emergência). A identificação é realizada em sua admissão no serviço através de uma pulseira de cor branca contendo 3 descritores: o nome completo do paciente, data de nascimento e nome da mãe. Essas informações devem permanecer durante todo o tempo que paciente estiver submetido aos cuidados na nossa instituição”, informou a fisioterapeuta.
É importante destacar que a confirmação da identificação do paciente deve ser realizada antes de todos os procedimentos, tratamentos, exames, cirurgias, anestesias, administração de medicamentos por qualquer via, instalação de sangue e hemoderivados, etc. Com o objetivo de assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina.