Médicos paralisam por 72h e atendimentos são adiados
Servidores reclamam da estrutura dos Centros de Especialidades.
Sérgio Luiz: "Se essas salas que estão interditadas estivessem em funcionamento, a gente teria um aumento de, no mínimo, uns 2 mil atendimentos por semana" (Foto: Portal Infonet)
De acordo com o Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), a medida tem como objetivo chamar a atenção da Prefeitura de Aracaju para problemas estruturais nas unidades como salas interditadas por falta de climatização, problemas na marcação de consultas nas agendas médicas, bebedouro quebrado, salas sem macas, infiltrações, mofos e rachaduras na estrutura, entre outras. “Se essas salas que estão interditadas estivessem em funcionamento, a gente teria um aumento de, no mínimo, uns 2 mil atendimentos por semana. Hoje a gente tem cerca de 3 mil. Seria um ganho de 40% e isso não pode ser desprezado porque afeta diretamente a população carente”, diz o representante do Sindimed e médico especialista Sérgio Luiz Oliveira. O servidor foi responsável por preparar um dossiê contendo os problemas nas estruturas.