Poema de Carlos Cauê "denuncia" uma certa pátria estúpida e fake
Diz-se que é nos momentos mais tensos de uma pátria que o melhor da sua arte viceja, pontua, se faz e se impõe. Este estranho emaranhado de cores a que chamamos Brasil bem que é uma prova viva disso.
No âmago da segunda guerra mundial, e sob o Estado Novo de Vargas, fim dos anos 30 e começo dos 40, Carlos Drummond de Andrade escreveu o seu mais belo livro, “A Rosa do Povo”.