Eduardo Amorim afastou-se da campanha ao Senado por mais de 2 semanas; o motivo?
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E aqui cortamos para o ano da graça de 26.
Eduardo Amorim está na disputa eleitoral novamente, agora buscando retornar ao Senado. E como é um candidato extremamente competitivo, basta a ele se apresentar ao eleitorado sergipano, apresentar suas propostas para esse novo mandato e não sair das ruas, da campanha, para que tenha chances reais de se eleger e voltar a ser um dos senadores de Sergipe mais destacados da história.
Só que aí, no meio disso tudo, tem a vida e seus momentos imponderáveis, imprevisíveis. No dia 23 de agosto, o candidato a governador Valmir de Francisquinho, também do Republicanos e que encabeça a chapa da qual Eduardo faz parte, foi atendido no Pronto Atendimento 24h de Itabaiana após ter pasado mal. Em seguida foi encaminhado para um hospital de Aracaju e, como seu cardiologista Vinícios Anjos estava em São Paulo, foi transferido para a capital paulista, local em que passou por um procedimento cirúrgico via cateterismo. No final das contas deu tudo certo, graças a Deus. Mas quem foi que estava ao lado de Valmir o tempo todo, deixando de lado a campanha eleitoral para dar total assistência a Valmir? Sim, foi Eduardo Amorim.
Com Valmir em recuperação, mais uma notícia preocupante chega: a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, presidente do Republicanos em Sergipe, durante exames de rotina, descobre, ainda bem que de maneira precoce, problemas no coração e também vai a São Paulo para cuidar da saúde. Inclusive ela, após passar pelo procedimento cirúrgico, disse em entrevista ao podcast Os Lingaurudos que, ao decidir passar pela cirurgia sem sedação, apenas com anestesia local, foi Eduardo que lhe deu uma tremenda força. “O peito queimava, eu vendo tudo, e Eduardo ali, do meu lado, sinalizando que estava tudo indo muito bem. Essa presença foi muito importante”, disse a prefeita.
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